Vereadoras de Livramento aderem à campanha contra o feminicídio e violência contra a mulher implantada em Recife e pedem banco pintado de vermelho em frente à Sala da Mulher
Fonte: Assessoria
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Legenda: Para as parlamentares, a medida é de relevante interesse público, voltada à conscientização, prevenção e enfrentamento da violência contra a mulher e do feminicídio.
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As vereadoras de Nossa Senhora do Livramento/MT, Maria Auxiliadora “professora Dora” (União) e Adriana Campos (PSB) querem ampliar a campanha sobre o feminicídio e violência contra a mulher no município. Para tanto, elas pedem ao Poder Executivo, através de indicação aprovada nesta terça-feira (17.3), a instalação de um Banco Vermelho em frente a Sala da Mulher vinculada a Câmara Municipal da cidade. O março é copiado da cidade de Recife que instituiu assentos em vários pontos da cidade contendo mensagens motivadoras e um QR Code com informações sobre serviços oferecidos às vítimas de abusos.
Para as parlamentares, a medida é de relevante interesse público, voltada à conscientização, prevenção e enfrentamento da violência contra a mulher e do feminicídio.
“O Banco Vermelho representa um símbolo de forte impacto social e visual. Sua cor remete ao alerta permanente contra a violência de gênero, funcionando como um espaço de memória, reflexão e sensibilização coletiva, com a mensagem de que nenhuma forma de violência contra a mulher pode ser naturalizada, silenciada ou tolerada”, destacou Adriana.
Para ela, trata-se de instrumento simbólico, pedagógico e comunitário, apto a chamar a atenção da população para a gravidade da violência contra a mulher; estimular a denúncia e a busca por ajuda; fortalecer campanhas educativas de prevenção; e reafirmar o compromisso institucional do Município e da Câmara com a proteção da dignidade, da vida e dos direitos das mulheres.
Já a professora Dora, salienta que a instalação do Banco Vermelho defronte à Sala da Mulher possui especial pertinência, “pois transforma o local em um ponto de referência de acolhimento, orientação e mobilização social, tornando visível, no espaço público e institucional, a mensagem de que a violência contra a mulher deve ser combatida de forma contínua e articulada”.
Além disso, segundo a professora, a medida dialoga com a autonomia municipal para tratar de assuntos de interesse local e organizar serviços e ações de interesse público no âmbito de sua atuação.
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