Vereadora garante que desde 2021 existe um termo assinado entre Município e Estado para redimensionamento escolar em Livramento
Revelação
Fonte: Assessoria
Autor: Assessoria
Legenda: Para Dora, o redimensionamento iria iniciar em 2022 de vento em poupa com a reorganização que aconteceu na Comunidade do Faval e na Escola Jose de Barros Maciel, e mais algumas outras escolas
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Ao participar da audiência pública na manhã desta segunda-feira (17/2), em Nossa Senhora do Livramento/MT, a vereadora pelo município, Maria Auxiliadora da Silva Cunha “professora Dora” (União), ressaltou que a menção do redimensionamento escolar no município existe desde o ano de 2021 e que até existe um termo assinado entre Município e Estado.
“Fui secretária de Educação no governo do ex-prefeito Souza e em 2021 nós sentamos na Secretaria de Educação onde foi assinado o termo de redimensionamento que iria iniciar em 2022 de vento em poupa com essa reorganização que aconteceu na Comunidade do Faval e na Escola Jose de Barros Maciel, e mais algumas outras escolas”.
Segundo Dora, na época, lotaram o gabinete do prefeito Souza, e no clamor do povo “nós resolvemos iniciar o redimensionamento aqui na sede e como vocês tem conhecimento. O Estado, na sede, entregou desde o primeiro até o quinto ano, e as séries finais e o ensino médio é responsabilidade do Estado".
Sobre reclamações e adequações do transporte escolar, a parlamentar taxou da seguinte maneira: “A gente sabe que sem o transporte escolar não tem criança na escola. Nosso município é extremamente extenso e a gente precisa com muito cuidado e carinho tratar o transporte escolar”.
Sobre a comunidade da Mutuca que não querem que seus alunos estudando na Escola Tereza Conceição de Arruda ou na recém-inaugurada Creche Antônio Mulato, mas antes continuar estudando na Comunidade de Pedro (distante cerca de 14 km), a ex-secretária se pronunciou.
“Lá na Mutuca o Ministério Público obrigou o transporte entrar lá por causa de uma criança que tinha problemas de deficiência, para levar essa criança na Comunidade Escolar de Pedro e aí tivemos que dar essa autorização”.
Para a vereadora “não é fácil para famílias e alunos começarem um redimensionamento, mas é necessário se reorganizar diante de uma lei federal que existe desde 2006.
“Assim eu me coloco aqui para ajudar, mas tudo dentro da lei”, ressalta Dora e ainda conclui: “Desde de 2022 tivemos seis escolas premiadas, tanto na sede como zona rural, então nosso ensino é ótimo, mas precisa sim de algumas adaptações face ao redimensionamento”.
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